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29 de maio de 2025
LP "TONICHA" - ORFEU, 1973
Finalmente, está disponível nas plataformas digitais (Spotify, por exemplo) o LP "Tonicha", da Orfeu, de 1973. Este disco reúne as grandes canções de autor que Tonicha gravou no início da década de 70.
Eis o alinhamento do disco:
1. Glória, Glória, Aleluia (José Cid)
2. Com um Cravo na Boa (Ary dos Santos / Jorge Palma)
3. Contraluz ( José Niza / José Calvário)
4. Rosa, Rosae (Ary dos Santos / João Henrique)
5. Manhã Clara ( Ary dos Santos / Nuno Nazareth Fernandes)
6. A Rapariga e o Poeta (José Niza / José Calvário)
7. Menina (do Alto da Serra) (Ary dos Santos / Nuno Nazareth Fernandes)
8. Mulher e Força (Ary dos Santos / Nuno Nazareth Fernandes)
9. Poema Pena (Nuno Gomes dos Santos / Nuno Nazareth Fernandes)
10. Rosa de Barro (Fernando Guerra)
Arquivadores de memórias:
Ary dos Santos,
Fernando Guerra,
João Henrique,
Jorge Palma,
José Calvário,
José Cid,
José Niza,
LP Tonicha (1973),
Nuno Gomes dos Santos,
Nuno Nazareth Fernandes,
Orfeu,
Tonicha
28 de junho de 2022
Tonicha: 1.º Festival OTI, Madrid, 1972
Arquivadores de memórias:
Augusto Algueró,
Festival da OTI,
José Cid,
Tonicha
1 de novembro de 2018
Tonicha canta José Cid: 50 anos
OUSADIAS
Faz hoje 50 anos que foi publicado o primeiro disco de Tonicha com canções de José Cid. Para uma cantora que, apesar de muito jovem, tinha já o seu público - e não era este - foi de facto uma ousadia gravar com músicos de rock - do Quarteto 1111 - e temas em francês e/ou baseados no Cancioneiro de Garcia de Resende. "Esperei, já não espero"!
João Carlos Callixto, Facebook, 31-10-2018
Arquivadores de memórias:
João Carlos Callixto,
José Cid
24 de junho de 2018
Tonicha - A Festa das Canções II
"1971. Mais uma "Menina" oriunda do Centro de preparação de Artistas da Rádio, Tonicha (n. 1946) tinha-se estreado ainda adolescente, gravando pela primeira vez para a colectânea Christmas in Portugal, de 1964. A estreia a solo chega no ano seguinte, pela editora Telectra, com o EP Luar para Esta Noite, dirigido por Jorge Costa Pinto. Em 1966 e 1967, vence o Festival da Canção Portuguesa da Figueira da Foz, com Boca de Amora e A Tua Canção Avozinha, mas o seu reportório está em constante mutação. Grava então canções de Pedro Jordão (chegando a ficar em 2.º lugar no Festival de 1968) e de José Cid, neste caso ao longo de três discos, entre 1968 e 1970, mostrando que a inovação podia coexistir com a apropriação de canções tradicionais, que Tonicha também popularizou. De Dublin, onde se realizou a Eurovisão em 1971, a cantora traz um 9.º lugar, a primeira de dez vezes que Portugal entra no top 10 - neste ano em que a inspiração de Nuno Nazareth Fernandes se virou para os lados mais folk, sempre magistralmente servido pelas palavras de Ary dos Santos."
in dvd Festival RTP da Canção, 1964-1988, A Festa das Canções, pp. 20-21
16 de junho de 2013
Tonicha: A cantora do povo
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FOTO: Jorge Jacinto
|
Tonicha: Vozes do coração (vol. 11).
Voltou a estar disponível uma edição discográfica de alguns temas da carreira de Tonicha, numa bela iniciativa conjunta entre o "Correio da Manhã" e a editora "Levoir".
O livro-cd, um excelente objecto que no nosso entender se tornará de culto, acompanhou (por mais 5,95€) o jornal no passado sábado, dia 08 de junho. Não foi fácil encontrá-lo e sabemos por muitos dos seguidores do nosso blogue que o mesmo problema foi sentido em todo o país. Com a ajuda de amigos, conseguimos comprar o nosso exemplar que agora apresentamos.
O livro surpreendeu-nos pela positiva. O texto, da autoria do conceituado crítico musical Gonçalo Frota, é, realmente, uma boa prosa, que revela um bom conhecimento (ou estudo) da obra de Tonicha. Apesar de algumas imprecisões (títulos de discos, número de canções gravadas, ou datas em que se iniciam parcerias musicais, por exemplo) a edição tem muita qualidade, facto que acaba por desculpar essas imprecisões.
As fotografias de Jorge Jacinto - fotógrafo citado aqui inúmeras vezes - são muito boas e quase todas desconhecidas do grande público. Óptima seleção. Parabéns.
A fotografia da capa do livro-cd (apresentada no post anterior) foi capa da revista "Maria" quando Tonicha gravou o Regresso, em 1993. A fotografia de hoje é dessa mesma série.
Não resistimos a deixar aqui os dois primeiros parágrafos do excelente texto de Gonçalo Frota:
À música popular pede-se, precisamente, que seja popular - que chegue a muitos, que chegue a todos. Nesse aspecto poucas vozes em Portugal terão cumprido de forma tão capaz o desígnio natural da sua música. Tonicha, que interpretou até hoje mais de 600 canções [de facto, são 300 - sem contar com as regravações dos mesmo temas - fizemos a contagem há pouco tempo, a pedido de João Viegas, o marido de Tonicha] e gravou mais de 150 discos, tem dedicado toda a sua carreira a celebrar a música popular portuguesa, desenterrando com a ajuda do seu marido, o etnólogo João Viegas, um cancioneiro tradicional que muitos parecem ter esquecido. Por isso mesmo, foi chamada para o teatro por Tiago Torres da Silva para o papel de uma "guardiã da memória colectiva".
Presença habitual em festas, arraiais e romarias, conhecedora profunda da raiz musical que grassa pelo país, Tonicha aliou-se a grandes nomes da cultura portuguesa - Ary dos Santos, José Cid ou Jorge Palma - na construção de uma obra que, erradamente, esbarra no seu momento de maior popularidade, "Zumba na Caneca", e teima em esquecer um percurso riquíssimo e de amor e dedicação profundos ao povo e às suas canções mais genuínas. Afastada dos palcos e das cantorias nos últimos anos, é sempre de esperar de Tonicha um regresso ao convívio com o seu público fiel. José Cid, parceiro artístico de há muito, diz já lhe ter confiado mais uma pequena série de originais. O disco há-de chegar quando Tonicha assim o quiser. Para continuar a enriquecer o tesouro musical português.
Presença habitual em festas, arraiais e romarias, conhecedora profunda da raiz musical que grassa pelo país, Tonicha aliou-se a grandes nomes da cultura portuguesa - Ary dos Santos, José Cid ou Jorge Palma - na construção de uma obra que, erradamente, esbarra no seu momento de maior popularidade, "Zumba na Caneca", e teima em esquecer um percurso riquíssimo e de amor e dedicação profundos ao povo e às suas canções mais genuínas. Afastada dos palcos e das cantorias nos últimos anos, é sempre de esperar de Tonicha um regresso ao convívio com o seu público fiel. José Cid, parceiro artístico de há muito, diz já lhe ter confiado mais uma pequena série de originais. O disco há-de chegar quando Tonicha assim o quiser. Para continuar a enriquecer o tesouro musical português.
Arquivadores de memórias:
Ary dos Santos,
Discografia,
Gonçalo Frota,
Imprensa,
Jorge Jacinto,
Jorge Palma,
José Cid
23 de maio de 2013
Tonicha com o "Correio da Manhã"
Dia 8 de junho - com o "Correio da Manhã"
cd - Coleção "Vozes do Coração"
É já no próximo sábado, dia 08 de junho, que o jornal "Correio da Manhã" lança o livro-cd com alguns dos temas da carreira de Tonicha, o volume 11 da colecção "Vozes do coração". Oportunidade para revisitar alguns dos temas da cantora que ficaram na memória dos portugueses:
1- Menina do Alto da Serra
(Ary dos Santos/Nuno Nazareth Fernandes)
2- Batatinhas
(Popular/Ary dos Santos)
3- Glória, Glória, Aleluia
(José Cid)
4- Com um Cravo na Boca
(Ary dos Santos/Jorge Palma)
5- Terras de Garcia Lorca
(Ary dos Santos/Nuno Nazareth Fernandes)
6- Milho Verde
(Popular/Arranjos de Jorge Palma)
7- S. João
(Popular/Arranjos de Jorge Palma)
8- Malhão de Cinfães
(Popular/Arranjos de Jorge Palma)
9- Simplesmente Maria
(Guirrojo/Algueró/Ary dos Santos)
10- A Moda da Saia Curta
(Popular/Ary dos Santos/Arranjos de Jorge Palma)
11- Senhor Padre Valentim
(Popular/Arranjos de António Chaínho)
12- Poeta desde Lejos
(Patxi Andion/Ary dos Santos)
13- Chula de Viana
(Popular/Arranjos de António Chaínho)
Arquivadores de memórias:
António Chaínho,
Ary dos Santos,
Discografia,
Imprensa,
Jorge Palma,
José Cid,
Nuno Nazareth Fernandes,
Patxi Andíon
15 de fevereiro de 2010
GLÓRIA, GLÓRIA, ALELUIA
FESTIVAL DA OTI SINGLE PROMOCIONAL
AT. PROM. 3
AT. PROM. 3
EDIÇÃO ARNALDO TRINDADE & C.a Lda.

Em 1972, Tonicha representou Portugal no 1º Festival da OTI, em Madrid. Cantou uma canção com letra e música de josé Cid: "Glória, Glória, Aleluia". O tema tem grandes influências de godspell e a voz magnífica de Tonicha serviu adequadamente as intenções do autor.
Este disco é um single promocional da editora ORFEU.
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Tonicha chegou à vida numa província portuguesa de interior - o Alentejo.
Cresceu entre aquela gente aberta, de ideias tão destapadas como a paisagem, gritante de sol e de distâncias.
Ali aprendeu a beleza das pessoas e as lutas da sobrevivência.
Ali decorou a melodia magoada dos cantares tristes de terra queimada.
Ali compreendeu o significado das melhores palavras e das outras.
Um dia escolheu cantar como maneira de viver. Uma voz menina, um sorriso medroso, um encanto natural de pureza desafectada, abriram-lhe o caminho.
É hoje considerada uma das vozes mais populares de Portugal.
Tonicha já esteve presente nos mais importantes Festivais da Europa, Ásia e América do Sul (de Tóquio ao Rio de Janeiro) nos quais foi sempre reconhecida como excelente intérprete das composições que os mais variados autores lhe têm confiado. E ainda uma presença no Festival da Eurovisão (1971) no qual alcançou o melhor lugar de todos os que a música portuguesa tinha conseguido naquele certame.
Arquivadores de memórias:
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Festival da OTI,
José Cid,
Orfeu,
Singles
23 de novembro de 2008
TONICHA: SUPERESTRELAS
DA MÚSICA PORTUGUESA
LP, READERS DIGEST, nº8

Para encerrarmos o acervo relativo aos anos 80 da carreira de Tonicha (pelo menos enquanto não descobrimos mais material), dedicamos o post de hoje a dois trabalhos feitos nesta década.
A Selecção do Reader's Digest editou uma caixa com 8 LP dedicada aos maiores cantores da música portuguesa a que chamou "SUPERESTRELAS DA MÚSICA PORTUGUESA". Cada LP incluía dois cantores, um em cada face. Excepção: Amália teve direito a um LP só para ela.
O LP número 8 juntou curiosamente, visto já terem trabalhados juntos, Tonicha e José Cid. A face A inclui os temas de Tonicha e a B os de Cid.
FACE A - TONICHA
PESTOTIRA
(Popular/Arranjo: J. Libório)
ZÉ QUE FUMAS
(Popular/Arranjo: J. Libório)
ZUMBA NA CANECA
(J. Libório/popular/Arranjo: Thilo Krasmann)
O GAITEIRO PORTUGUÊS
(J. Libório/popular/Arranjo: Thilo Krasmann)
NO ALTO DAQUELA SERRA
(Popular/Arranjo: J. Libório)
TI ZÉ DA HORTA
(J. Libório/popular/Arranjo: Thilo Krasmann)
A edição incluía na contracapa o seguinte texto sobre a nossa cantora:
"Se a especialização pode ser considerada limitação, então retiremos o termo, porque essa não é nossa intenção ao pretendermos que Tonicha é sem dúvida uma especialista, isto é um elogio, na criação e divulgação a nível nacional de números do nosso folclore que ela tem o dom raro para retirar do anonimato em que se encontram, e revivendo-os, na sua característica maneira de cantar, lhes dar celebridade e ao recuperá-los, contribui para a valorização da nossa música popular.
Música popular que muitos pretendem não dever ser afastada do meio criador, os locais de trabalho onde o povo, com uma necessidade de expansão e criatividade imaginativa, associa ao trabalho físico o prazer artístico espontâneo e ingénuo, ora leve, ora profundo, mas sempre de uma riqueza melódica capaz de interessar até o mais cosmopolita dos ouvintes.
O entendimento que aqui se diz, por parte dos organizadores deste álbum, levou-os a incluir, na certeza de irem ao encontro do gosto do público em geral, os mais conhecidos títulos do repertório de Tonicha, que todos sem excepção são do conhecimento da maioria dos ouvintes.
Quem não se lembra da graça de Pestotira, da malícia de Zé que fumas, da modernidade do Gaiteiro português, do lirismo de Do alto daquela serra e da brejeirice de Ti Zé da horta? "

1985
ABRAÇO A MOÇAMBIQUE

"Abraço a Moçambique" foi um projecto feito em parceria com a RTP e a RDP e a colaboração de diversas editoras, que permitiram a participação dos seus cantores na gravação deste tema. A direcção musical foi de Pedro Osório.
Todos os lucros obtidos com este disco, segundo consta na contracapa, foram oferecidos ao povo moçambicano.
A nossa Tonicha também participou nesta iniciativa de solidariedade, cantando a solo e em dueto com o Raul Indipwo.
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LP, READERS DIGEST, nº8

Para encerrarmos o acervo relativo aos anos 80 da carreira de Tonicha (pelo menos enquanto não descobrimos mais material), dedicamos o post de hoje a dois trabalhos feitos nesta década.
A Selecção do Reader's Digest editou uma caixa com 8 LP dedicada aos maiores cantores da música portuguesa a que chamou "SUPERESTRELAS DA MÚSICA PORTUGUESA". Cada LP incluía dois cantores, um em cada face. Excepção: Amália teve direito a um LP só para ela.
O LP número 8 juntou curiosamente, visto já terem trabalhados juntos, Tonicha e José Cid. A face A inclui os temas de Tonicha e a B os de Cid.
FACE A - TONICHA
PESTOTIRA
(Popular/Arranjo: J. Libório)
ZÉ QUE FUMAS
(Popular/Arranjo: J. Libório)
ZUMBA NA CANECA
(J. Libório/popular/Arranjo: Thilo Krasmann)
O GAITEIRO PORTUGUÊS
(J. Libório/popular/Arranjo: Thilo Krasmann)
NO ALTO DAQUELA SERRA
(Popular/Arranjo: J. Libório)
TI ZÉ DA HORTA
(J. Libório/popular/Arranjo: Thilo Krasmann)
A edição incluía na contracapa o seguinte texto sobre a nossa cantora:
"Se a especialização pode ser considerada limitação, então retiremos o termo, porque essa não é nossa intenção ao pretendermos que Tonicha é sem dúvida uma especialista, isto é um elogio, na criação e divulgação a nível nacional de números do nosso folclore que ela tem o dom raro para retirar do anonimato em que se encontram, e revivendo-os, na sua característica maneira de cantar, lhes dar celebridade e ao recuperá-los, contribui para a valorização da nossa música popular.
Música popular que muitos pretendem não dever ser afastada do meio criador, os locais de trabalho onde o povo, com uma necessidade de expansão e criatividade imaginativa, associa ao trabalho físico o prazer artístico espontâneo e ingénuo, ora leve, ora profundo, mas sempre de uma riqueza melódica capaz de interessar até o mais cosmopolita dos ouvintes.
O entendimento que aqui se diz, por parte dos organizadores deste álbum, levou-os a incluir, na certeza de irem ao encontro do gosto do público em geral, os mais conhecidos títulos do repertório de Tonicha, que todos sem excepção são do conhecimento da maioria dos ouvintes.
Quem não se lembra da graça de Pestotira, da malícia de Zé que fumas, da modernidade do Gaiteiro português, do lirismo de Do alto daquela serra e da brejeirice de Ti Zé da horta? "

1985
ABRAÇO A MOÇAMBIQUE

"Abraço a Moçambique" foi um projecto feito em parceria com a RTP e a RDP e a colaboração de diversas editoras, que permitiram a participação dos seus cantores na gravação deste tema. A direcção musical foi de Pedro Osório.
Todos os lucros obtidos com este disco, segundo consta na contracapa, foram oferecidos ao povo moçambicano.
A nossa Tonicha também participou nesta iniciativa de solidariedade, cantando a solo e em dueto com o Raul Indipwo.
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Cancioneiro Popular Português,
Folclore,
J. Libório,
José Cid,
LP,
Singles,
Thilo Krasmann
14 de junho de 2008
TONICHA NO FESTIVAL DA OTI
GLÓRIA, GLÓRIA, ALELUIA
SINGLE, ORFEU, SAT 845
SINGLE, ORFEU, SAT 845
No ano de 1972, Tonicha consegue o 5º lugar no 1º FESTIVAL DA OTI em Espanha com "Glória, Glória Aleluia" de José Cid, numa inspirada orquestração de Augusto Algueró.
O lado B do single contém o tema "Lisboa perto e longe" também de José Cid, com orquestração de José Calvário. A fotografia da capa deste single é de Álvaro João.
A canção "Glória, Glória, Aleluia" voltou a ser reeditada em CD: na compilação da Movieplay "O MELHOR DOS MELHORES" em 1994, na edição Movieplay para a Rádio Renascença "CLÁSSICOS DA RENASCENÇA" (nº 82) de 2000, e na "ANTOLOGIA 1971-1977" que foi para o mercado em 2004, pela mesma editora.

FOTO DE CAPA: Álvaro João
GLÓRIA, GLÓRIA, ALELUIA
(Letra e Música: José Cid/Orquestração: Augusto Algueró)
Glória, glória, aleluia
um mundo de amor
um mundo melhor. (2x)
Já é tempo
de construir
um mundo melhor
onde haja amor, e paz.
Já é tempo
de descobrir
o que foi mentira
e esquecer o ódio, também.
Pois só assim, acredita
tens uma canção
para teu cantar.
Pois só assim, meu amigo
te sentirás livre
livre p'ra poder voar.
Glória, glória, aleluia
um mundo de amor
um mundo melhor. (2x)
Já é tempo
de começar
ambos a caminhar
pelo mundo fora, cantando.
Pois só assim, acredita
tens uma canção
para teu cantar.
Pois só assim, meu amigo
te sentirás livre
livre p'ra poder voar.
Foi assim que Tonicha se apresentou em Madrid...




Veja o vídeo da prestação no FESTIVAL DA OTI no YouTube:
http://br.youtube.com/watch?v=aboUqD19vq0

LISBOA PERTO E LONGE
(Letra e Música: José Cid/Orquestração: José Calvário)
Lisboa tem um Tejo de ilusões
Tem casas de penhor e multidões
Nas feiras, romarias, procissões
De rastos lentamente atrás das rosas
Gritando multidões silenciosas.
Lisboa é espelho de Lisboa
Lisboa são seis letras proibidas
Um fado, uma guitarra, uma cantiga
Um grito, um pregão, sete colinas
É virgem há mil anos e menina.
Lisboa tem o sol mistificado
Nas praças, nas vielas, avenidas
Onde há sangue, onde há vidas
Tem santos muito antigos milagreiros
E o povo em promessa de joelhos.
Lisboa tem os santos populares
Tem cravos de papel e manjericos
Carroças, autocarros e jericos
Lisboa mais ou menos, menos mais
Museus, casas de passe, catedrais.
Lisboa é alegre labirinto
Lisboa é Benfica, marinheiro
Sporting e manhã de nevoeiro
Uma gaivota podre milenar
O Tejo que protesta contra o mar.
Lisboa tem um Tejo de ilusões
Tem casas de penhor e multidões
Nas feiras, romarias, procissões
Avançam lentamente atrás das rosas
Gritando multidões silenciosas.
Reparem no pregão desta varina
No fado em dó menor mas incompleto
Na ponte, no Castelo, no deserto
Neste tremor de terra, cataclismo
Quiçá maremoto de autoclismo.

Nesse ano de 1972 foi ainda uma das presenças na 14ª edição da TAÇA DA EUROPA DE CANTARES de Knokke conjuntamente com Paulo de Carvalho e Teresa Silva Carvalho. Thilo Krassman foi o director musical.
O lado B do single contém o tema "Lisboa perto e longe" também de José Cid, com orquestração de José Calvário. A fotografia da capa deste single é de Álvaro João.
A canção "Glória, Glória, Aleluia" voltou a ser reeditada em CD: na compilação da Movieplay "O MELHOR DOS MELHORES" em 1994, na edição Movieplay para a Rádio Renascença "CLÁSSICOS DA RENASCENÇA" (nº 82) de 2000, e na "ANTOLOGIA 1971-1977" que foi para o mercado em 2004, pela mesma editora.

FOTO DE CAPA: Álvaro João
GLÓRIA, GLÓRIA, ALELUIA
(Letra e Música: José Cid/Orquestração: Augusto Algueró)
Glória, glória, aleluia
um mundo de amor
um mundo melhor. (2x)
Já é tempo
de construir
um mundo melhor
onde haja amor, e paz.
Já é tempo
de descobrir
o que foi mentira
e esquecer o ódio, também.
Pois só assim, acredita
tens uma canção
para teu cantar.
Pois só assim, meu amigo
te sentirás livre
livre p'ra poder voar.
Glória, glória, aleluia
um mundo de amor
um mundo melhor. (2x)
Já é tempo
de começar
ambos a caminhar
pelo mundo fora, cantando.
Pois só assim, acredita
tens uma canção
para teu cantar.
Pois só assim, meu amigo
te sentirás livre
livre p'ra poder voar.
Foi assim que Tonicha se apresentou em Madrid...




Veja o vídeo da prestação no FESTIVAL DA OTI no YouTube:
http://br.youtube.com/watch?v=aboUqD19vq0

LISBOA PERTO E LONGE
(Letra e Música: José Cid/Orquestração: José Calvário)
Lisboa tem um Tejo de ilusões
Tem casas de penhor e multidões
Nas feiras, romarias, procissões
De rastos lentamente atrás das rosas
Gritando multidões silenciosas.
Lisboa é espelho de Lisboa
Lisboa são seis letras proibidas
Um fado, uma guitarra, uma cantiga
Um grito, um pregão, sete colinas
É virgem há mil anos e menina.
Lisboa tem o sol mistificado
Nas praças, nas vielas, avenidas
Onde há sangue, onde há vidas
Tem santos muito antigos milagreiros
E o povo em promessa de joelhos.
Lisboa tem os santos populares
Tem cravos de papel e manjericos
Carroças, autocarros e jericos
Lisboa mais ou menos, menos mais
Museus, casas de passe, catedrais.
Lisboa é alegre labirinto
Lisboa é Benfica, marinheiro
Sporting e manhã de nevoeiro
Uma gaivota podre milenar
O Tejo que protesta contra o mar.
Lisboa tem um Tejo de ilusões
Tem casas de penhor e multidões
Nas feiras, romarias, procissões
Avançam lentamente atrás das rosas
Gritando multidões silenciosas.
Reparem no pregão desta varina
No fado em dó menor mas incompleto
Na ponte, no Castelo, no deserto
Neste tremor de terra, cataclismo
Quiçá maremoto de autoclismo.

Nesse ano de 1972 foi ainda uma das presenças na 14ª edição da TAÇA DA EUROPA DE CANTARES de Knokke conjuntamente com Paulo de Carvalho e Teresa Silva Carvalho. Thilo Krassman foi o director musical.
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TONICHA CANTA JOSÉ CID
É NOITE LA MANSARDE
EP, RCA VICTOR, TP-417

No ano de 1968, Tonicha grava um EP com temas do autor e compositor José Cid, acompanhada pelo Quarteto 1111.
A foto da capa do EP é da autoria de J. Leitão.
A contracapa deste EP que adquirimos está assinada, com uma dedicatória de Tonicha: "Ao Ruy Andrade e família com a amizade da Tonicha".
LADO 1
É NOITE
EMPORTE-MOI LOIN D'ICI
LADO 2
LA MANSARDE
ESPEREI
.jpg)
No ano seguinte, 1969, é editado um novo EP, ainda com a colaboração de José Cid, que incluia os temas "Caminheiro, donde vens?", "Terra sonhada", "Amanhã" e "Canção para um regresso".
LADO 1
AMANHÃ
(José Cid)
TERRA SONHADA
(Luís Miguel de Oliveira)
LADO 2
CAMINHEIRO, DONDE VENS?
(José Cid)
CANÇÃO PARA UM REGRESSO
(José Cid)
EP, RCA VICTOR, TP-417

No ano de 1968, Tonicha grava um EP com temas do autor e compositor José Cid, acompanhada pelo Quarteto 1111.
A foto da capa do EP é da autoria de J. Leitão.
A contracapa deste EP que adquirimos está assinada, com uma dedicatória de Tonicha: "Ao Ruy Andrade e família com a amizade da Tonicha".
LADO 1
É NOITE
EMPORTE-MOI LOIN D'ICI
LADO 2
LA MANSARDE
ESPEREI
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No ano seguinte, 1969, é editado um novo EP, ainda com a colaboração de José Cid, que incluia os temas "Caminheiro, donde vens?", "Terra sonhada", "Amanhã" e "Canção para um regresso".
CAMINHEIRO DONDE VENS TERRA SONHADA
EP, RCA VICTOR, TP-445

Caminheiro, donde vens?
(José Cid)
Caminheiro, caminheiro
Caminheiro, donde vens?
Venho de terras distantes
Onde não vive ninguém.
O teu nome, caminheiro
Teu nome me vais dizer.
O meu nome é João Nada
Não tem nada que saber.
E pelos caminhos
Cantando, sorrindo.
Na sua mensagem
De amor e carinho,
O rosto tisnado
Do sol e da chuva
O olhar distante
Perdido no céu.
Caminheiro donde vens?
Caminheiro donde vens?
EP, RCA VICTOR, TP-445

Caminheiro, donde vens?
(José Cid)
Caminheiro, caminheiro
Caminheiro, donde vens?
Venho de terras distantes
Onde não vive ninguém.
O teu nome, caminheiro
Teu nome me vais dizer.
O meu nome é João Nada
Não tem nada que saber.
E pelos caminhos
Cantando, sorrindo.
Na sua mensagem
De amor e carinho,
O rosto tisnado
Do sol e da chuva
O olhar distante
Perdido no céu.
Caminheiro donde vens?
Caminheiro donde vens?
LADO 1
AMANHÃ
(José Cid)
TERRA SONHADA
(Luís Miguel de Oliveira)
LADO 2
CAMINHEIRO, DONDE VENS?
(José Cid)
CANÇÃO PARA UM REGRESSO
(José Cid)
Arquivadores de memórias:
Canções de Autor,
EP,
José Cid,
Letras,
Quarteto 1111,
RCA





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