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20 de junho de 2021

As mais populares no Spotify

 Neste mês de junho de 2012, são estas as 10 canções de Tonicha mais populares no Spotify.

"Fadinho da comida" entrou muito graças à telenovela "Nazaré", da SIC.

"Canção sem ti" teve agora uma versão nas vozes de dois fadistas: Natalino de jesus e Lenita Gentil.

"Esta festa portuguesa" e "Minha terra de Agosto desejado" costumam ter muitos ouvintes no verão.



25 de setembro de 2020

Tonicha: "Quem te quer bem, meu bem"

 

Esta semana, a Universal Music Portugal disponibiliza, nas plataformas digitais, duas canções do Festival RTP da Canção de 1978: "Quem te quer bem, meu bem" e "Um dia, uma flor". A primeira é da autoria da dupla António Avelar Pinho / Nuno Rodrigues, com arranjos de Armindo Neves; a segunda, de José Pinto Sottomayor e Fernando Calvário, com arranjos de José Calvário. "Quem te quer bem, meu bem", uma canção que se integra bem no repertório tradicional da cantora,  já tinha surgido nas plataformas digitais em 2016, na coletânea "Grandes Êxitos". "Um dia, uma flor", uma canção muito amada pelos fãs de Tonicha, desde 1978 que não era reeditada!

18 de setembro de 2020

Tonicha: "Fadinho da Comida"

 

Esta semana, a Universal Music Portugal disponibizou mais um single de Tonicha. Desta vez, é um disco de 1981 que apresenta uma canção redescoberta recentemente graças a uma telenovela da SIC, "Nazaré". "Fadinho da Comida" passou a estar no top das canções de Tonicha mais ouvidas nas plataformas digitais. No lado B, surge uma canção que nunca tinha sido reeditada: "Isto Aqui é o da Joana". Ambas as canções são da autoria da dupla António Avelar Pinho / Nuno Rodrigues. Os arranjos pertencem a Pedro Osório e a produção é de João Maria Viegas. José Júlio Barros é o autor da capa.

14 de setembro de 2019

"Fadinho da comida" na telenovela da SIC


 A nova telenovela da SIC, "Nazaré", da autoria de Sandra Santos, realizada por Jorge Cardoso e produzida por SP Televisão, conta com uma canção da Tonicha na sua banda sonora: "Fadinho da comida". É um tema de António Pinho e Nuno Rodrigues, com arranjos de Pedro Osório, produzido por João Maria Viegas, editado em 1981, pela Polygram, atual Universal Music Portugal. A capa do disco é da autoria de José Júlio Barros.
Esta produção televisiva tem imagens da Nazaré, das Caldas da Rainha e de Leiria.
A cantiga da Tonicha pode ser ouvida quando a intriga da novela se passa no mercado de peixe, frutas e legumes. "Ai que gosto que a comida tinha outrora/ Ai que gosto que nos dava então comê-la/ Porque agora em vez de gosto tem um preço/ Que por subir de hora a hora já nem dá vontade vê-la". Delicie-se!

14 de novembro de 2008

FADINHO DA COMIDA

ISTO AQUI É O DA JOANA
SINGLE, POLYGRAM, 2063073

Corria o ano de 1981 quando saiu para o mercado um novo single de Tonicha.
Editado pela etiqueta Polygram, "Fadinho da Comida" teve produção de João Viegas e arranjos de Pedro Osório.
Este tema foi reeditado em CD, primeiro pela Polygram, numa compilação de 1990 chamada "OS MAIORES SUCESSOS". Já mais recentemente, em 2007, voltou a integrar uma colectânea, desta vez da Universal, numa recolha do repertório de Tonicha à qual a editora chamou "ANTOLOGIA 77-97".
O single "Fadinho da comida" foi uma das nossas últimas aquisições, que assim veio enriquecer a nossa colecção de vinis de Tonicha e que agora divulgamos. A capa do disco é assinada por José Júlio Barros.



FACE A
FADINHO DA COMIDA
(António A. Pinho / Nuno Rodrigues)

FACE B
ISTO AQUI É O DA JOANA
(António A. Pinho / Nuno Rodrigues)

A contracapa deste single traz uma belíssima fotografia de Tonicha com o cabelo comprido, muito loiro, e com a franja que usou durante muito tempo e que, ainda hoje, é lembrada por muitos.


FADINHO DA COMIDA
(António A. Pinho / Nuno Rodrigues)

Quem me dera o velho gosto do cozido
como dantes se fazia,
quando a gente enchia o nosso próprio enchido
ai que bem que me sabia,
como dantes se fazia.

Quem me dera ainda aquele pão caseiro
que bom cheiro que ele tinha,
quando a gente então passava p'lo padeiro de manhã,
de manhãzinha.

REFRÃO
Ai que gosto que a comida tinha outrora
ai que gosto que nos dava então comê-la
porque agora em vez de gosto tem um preço,
que por subir de hora a hora
já nem dá vontade vê-la. (2x)

Quem me dera que a batata ainda tivesse
sendo nova o gosto antigo,
e ao casar com o bacalhau então pudesse a gente cá
chamar-lhe um figo,
ao gosto antigo.

Quem me dera ter alfaces bem verdinhas
mas são quasi clandestinas,
pois agora nestas hortas alfacinhas só lá cheira
a pesticidas.

REFRÃO (2x)

Quem me dera que soubesse o carapau
como dantes me sabia,
e pensar que agora sei já não ser mau,
não saber a porcaria,
como dantes não sabia.

Quem me dera fosse puro o meu azeite
como era antigamente,
quando a vaca já nem gosto põe no leite
com franqueza, francamente.

REFRÃO (2x)