Durante várias semanas, sempre à 6.ª feira, a Universal Music Portugal vai disponibilizar os singles de Tonicha que foram sempre sucessos de popularidade. São canções que todos sabíamos de cor. Hoje, é a vez do single de 1984, "Pinga amor", com "Canção do futebol" no lado B. São canções que já tinham sido populares noutros tempos. A letra e a música de "Pinga amor" são da autoria de A. Silva. A "Canção do futebol" tem letra de Tomaz R. Colaço e música de Frederico de Freitas. Foi uma produção de António Pinho, com arranjos de Shegundo Galarza.
28 de agosto de 2020
Tonicha: "Pinga amor"
Arquivadores de memórias:
A. Silva,
António A. Pinho,
Canção do Futebol,
Frederico de Freitas,
Pinga amor,
Shegundo Galarza,
Singles,
Tonicha
21 de agosto de 2020
Tonicha: "Esta Festa Portuguesa"
O single "Esta Festa Portuguesa", de 1985, foi hoje disponibilizado nas plataformas digitais pela Universal Music Portugal.
Estamos muito contentes, pois gostamos muito destas canções, que têm uma frescura de outros tempos. E a voz da nossa Tonicha está ao rubro!
Os autores das duas canções: letras de João Maria Viegas (o falecido marido da Tonicha) e músicas de Carlos Alberto Vidal.
Podemos ouvir estas canções gratuitamente.
Arquivadores de memórias:
Carlos Alberto Vidal,
Esta Festa Portuguesa,
João Maria Viegas,
Singles,
Tonicha,
Universal Music
23 de julho de 2020
Tonicha e Amália
Amália teria feito hoje 100 anos.
Recordamo-la numa fotografia de 1967, no Festival da Figueira da Foz. Amália foi a grande atração; Tonicha, a vencedora do certame.
Recordamo-la numa fotografia de 1967, no Festival da Figueira da Foz. Amália foi a grande atração; Tonicha, a vencedora do certame.
Arquivadores de memórias:
Amália,
Festival da Figueira da Foz (1967),
Tonicha
4 de julho de 2020
Tonicha e a TAP
A propósito do polémico artigo de opinião "TAP - O maior erro político de António Costa", de Ascenso Simões (deputado do PS), no jornal Público de 4 de Julho de 2020, esclarecemos que foi Tonicha quem chegou da Eurovisão num avião da TAP. Em Abril de 1971, Tonicha chegou de Dublin, muito sorridente, com uma multidão de admiradores à sua espera no aeroporto.
Arquivadores de memórias:
Festival da Eurovisão (1971),
Público,
TAP
8 de março de 2020
18 de dezembro de 2019
Recordar Patxi Andión (1947-2019)
Morreu Patxi Andión, um dos maiores cantautores espanhóis, que várias vezes visitou e actuou em Portugal.
Em jeito de homenagem recordamos a colaboração com Tonicha.
O ano era o de 1972. Tonicha gravou um EP chamado "4 Canções de Patxi Andión", um vinil que continha, no lado A, "Puedo inventar" e "Poeta desde lejos" e, no lado B, "20 versos a mi muerte" e "Habria que saberlo".
Nesse mesmo ano, em Espanha, Tonicha editou o single "Poeta desde lejos"/"20 versos a mi muerte", na versão original. Ambos os discos foram editados pela Movieplay. A adaptação dos poemas para português ficou a cargo de Ary dos Santos e a direcção musical do maestro Thilo Krassman.
João Maria Viegas, marido e manager da cantora, contou-nos que Patxi, perseguido pela Pide e proibido de entrar em Portugal, tinha de vir a Lisboa às escondidas acompanhar as gravações de Tonicha.
Anos mais tarde, corria o ano de 1994, Tonicha confidenciou, no popular programa "Parabéns" da RTP apresentado por Herman José, que, uns meses após a gravação do disco, Patxi telefonou-lhe a pedir autorização para ele próprio gravar essas canções. Comentou então a cantora: "Incrível, ele que era o autor ia pedir-me autorização a mim...".
Num dos últimos concertos que Patxi Andión fez em Lisboa, no Cinema São Jorge, fomos aos bastidores e ele recebeu-nos. De forma muito simpática. Falámos-lhe deste blogue, do projecto de uma fotobiografia da cantora que estava a ser preparado e oferecemos-lhe o CD de Tonicha "Antologia 1971-1977", uma colectânea da Movieplay. Trata-se do único CD que contém uma destas 4 belíssimas canções de Patxi Andión que Tonicha gravou, "Poeta desde lejos".
Na contracapa do EP "4 Canções de Patxi Andión" (que no interior traz as letras em castelhano e em português), num texto assinado por Ary dos Santos, o poeta português referia-se a Patxi Andión desta forma:
"Pax Andion (?) é - e já muitos o têm dito - um 'caso' musical. Mas, quanto a mim, a grandeza maior desse 'caso' reside no impacto de uma força profundamente humana que quase se sente e se aprende fisicamente em todas as suas canções. Ao ouvi-las é impossível dissociarmo-nos da imagem do homem novo ibérico que, com os pés assentes na terra e os olhos virados à esperança, canta, sem dó nem piedade, o seu próprio destino. (...)".
20 versos a mi muerte
(versão: Ary dos Santos)
Ai quando eu morrer não quero
Nem coroas de cravos velhos
Nem ramos de lirios secos
Que me flagelem os dedos.
Quero que o ar se recolha
Até que o eco tropece
Quero morrer devagar
E que a vida recomece.
Eu quero morrer descalça
Metida dentro da terra
Sem uma lágrima falsa
Como se um filho tivera.
Eu quero que a terra seja
O lençol da minha vida
À morte que se deseja
Porque não é despedida.
Em jeito de homenagem recordamos a colaboração com Tonicha.
O ano era o de 1972. Tonicha gravou um EP chamado "4 Canções de Patxi Andión", um vinil que continha, no lado A, "Puedo inventar" e "Poeta desde lejos" e, no lado B, "20 versos a mi muerte" e "Habria que saberlo".
![]() |
| FOTO CAPA: M. Fiuza |
Nesse mesmo ano, em Espanha, Tonicha editou o single "Poeta desde lejos"/"20 versos a mi muerte", na versão original. Ambos os discos foram editados pela Movieplay. A adaptação dos poemas para português ficou a cargo de Ary dos Santos e a direcção musical do maestro Thilo Krassman.
João Maria Viegas, marido e manager da cantora, contou-nos que Patxi, perseguido pela Pide e proibido de entrar em Portugal, tinha de vir a Lisboa às escondidas acompanhar as gravações de Tonicha.
Anos mais tarde, corria o ano de 1994, Tonicha confidenciou, no popular programa "Parabéns" da RTP apresentado por Herman José, que, uns meses após a gravação do disco, Patxi telefonou-lhe a pedir autorização para ele próprio gravar essas canções. Comentou então a cantora: "Incrível, ele que era o autor ia pedir-me autorização a mim...".
Num dos últimos concertos que Patxi Andión fez em Lisboa, no Cinema São Jorge, fomos aos bastidores e ele recebeu-nos. De forma muito simpática. Falámos-lhe deste blogue, do projecto de uma fotobiografia da cantora que estava a ser preparado e oferecemos-lhe o CD de Tonicha "Antologia 1971-1977", uma colectânea da Movieplay. Trata-se do único CD que contém uma destas 4 belíssimas canções de Patxi Andión que Tonicha gravou, "Poeta desde lejos".
Na contracapa do EP "4 Canções de Patxi Andión" (que no interior traz as letras em castelhano e em português), num texto assinado por Ary dos Santos, o poeta português referia-se a Patxi Andión desta forma:
"Pax Andion (?) é - e já muitos o têm dito - um 'caso' musical. Mas, quanto a mim, a grandeza maior desse 'caso' reside no impacto de uma força profundamente humana que quase se sente e se aprende fisicamente em todas as suas canções. Ao ouvi-las é impossível dissociarmo-nos da imagem do homem novo ibérico que, com os pés assentes na terra e os olhos virados à esperança, canta, sem dó nem piedade, o seu próprio destino. (...)".
20 versos a mi muerte
(versão: Ary dos Santos)
Ai quando eu morrer não quero
Nem coroas de cravos velhos
Nem ramos de lirios secos
Que me flagelem os dedos.
Quero que o ar se recolha
Até que o eco tropece
Quero morrer devagar
E que a vida recomece.
Eu quero morrer descalça
Metida dentro da terra
Sem uma lágrima falsa
Como se um filho tivera.
Eu quero que a terra seja
O lençol da minha vida
À morte que se deseja
Porque não é despedida.
Arquivadores de memórias:
4 Canções de Patxi Andión,
Antologia 1971-1977,
Ary dos Santos,
Autores,
EP,
Fotos,
João Maria Viegas,
João Viegas,
M. Fiúza (Fotógrafo),
Movieplay,
Obituário,
Patxi Andíon,
RTP,
Thilo Krasmann,
Tonicha
28 de novembro de 2019
Tonicha e o seu Alentejo
Uma leitora do Blogue enviou-nos uma prenda: a "Crónica Feminina" n.º 999, de 4 de Dezembro de 1975.
Nas páginas 9, 10 e 11, encontramos uma entrevista a Tonicha com o título "Tonicha e o seu Alentejo. No parágrafo-destaque, podemos ler: "Quem conhece be Tonicha? Talvez muitos, como intérprete do folclore da nossa terra, talvez poucos, cidadã. É alentejana; filha de um trabalhador rural do Baleizão. Tonicha, ao cantar folclore, põe na sua voz, na expressão e no sentir o grito desse povo alentejano. Ela também "emigrante" dentro do seu país, lutando pela melhoria de uma vida, que o seu meio ambiente lhe negava."
Na entrevista, Tonicha fala do marido, João Maria Viegas (1930-2013): "Ele é do Ribatejo. Sente o folclore como eu... Foi operário em Almeirim até aos 28 anos. Sempre "investigou" o folclore, e bem de perto. Depois de acabar o curso, foi para a Sicília; passou tempos longos na Calábria, no Canal da Mancha, nas Astúrias... Eu sei lá!... Claro que, dos conhecimentos adquiridos, dedicou-se ao estudo profundo do folclore do nosso país; em especial Alentejo e Beira Baixa."
(Clique sobre as imagens)
Arquivadores de memórias:
Crónica Feminina,
Folclore,
Imprensa,
João Maria Viegas
14 de setembro de 2019
"Fadinho da comida" na telenovela da SIC
A nova telenovela da SIC, "Nazaré", da autoria de Sandra Santos, realizada por Jorge Cardoso e produzida por SP Televisão, conta com uma canção da Tonicha na sua banda sonora: "Fadinho da comida". É um tema de António Pinho e Nuno Rodrigues, com arranjos de Pedro Osório, produzido por João Maria Viegas, editado em 1981, pela Polygram, atual Universal Music Portugal. A capa do disco é da autoria de José Júlio Barros.
Esta produção televisiva tem imagens da Nazaré, das Caldas da Rainha e de Leiria.
A cantiga da Tonicha pode ser ouvida quando a intriga da novela se passa no mercado de peixe, frutas e legumes. "Ai que gosto que a comida tinha outrora/ Ai que gosto que nos dava então comê-la/ Porque agora em vez de gosto tem um preço/ Que por subir de hora a hora já nem dá vontade vê-la". Delicie-se!
Arquivadores de memórias:
António A. Pinho,
Fadinho da comida,
João Maria Viegas,
José Júlio Barros,
Nazaré,
Nuno Rodrigues,
Pedro Osório,
Polygram,
SIC,
Tonicha,
Universal Music Portugal
15 de julho de 2019
Tonicha no Brasil
Esta semana, a propósito de um email de um aluno doutorando em História, na Universidade Rural do Rio de Janeiro, lembrámo-nos da participação de Tonicha no Festival Internacional da Canção do Rio de Janeiro (FIC), nos dias 1 e 2 de outubro de 1971. Tivemos de consultar todo o nosso acervo para encontrarmos documentos úteis a tal aluno. Descobrimos esta revista brasileira publicada nessa altura. Aqui fica a capa que apresenta cantores de vários países. A canção defendida por Tonicha foi "Manhã clara", com poema de Ary dos Santos e música de Nuno Nazareth Fernandes. Tonicha ganhou o Prémio da Crítica.
(Na foto: Jho Archer (Haiti); Llanit (Israel); Fady El Khoury (Líbano); Nancy Wilson (EUA, cantora de jazz, convidada, falecida em 2018); Tonicha; Chi Coltrane (EUA, convidada)
(Na foto: Jho Archer (Haiti); Llanit (Israel); Fady El Khoury (Líbano); Nancy Wilson (EUA, cantora de jazz, convidada, falecida em 2018); Tonicha; Chi Coltrane (EUA, convidada)
Arquivadores de memórias:
Festival do Rio de Janeiro,
Imprensa
1 de junho de 2019
4 de março de 2019
Conan Osiris e Tonicha
"Ainda meio atordoado, Conan Osíris entra na sala de imprensa para falar ao jornalistas depois de ter vencido o Festival da Canção, programa que, confessa, só viu duas vezes - os dois últimos. "Vi vídeos no YouTube" e tem uma surpresa, a sua música favorita: "Menina" cantada por Tonicha em 1971. (...) para mim é genialidade pura, em termos de orquestração, da letra, da interpretação dela. Perfeito."
Diário de Notícias online, consultado no dia 04-03-2019
Arquivadores de memórias:
Conan Osiris,
Diário de Notícias,
Festival RTP 1971,
Festival RTP 2019,
Tonicha
17 de janeiro de 2019
Ary deixou-nos há 35 anos
(FOTO: Ary dos Santos, Tonicha e Nuno Nazareth Fernandes in Folheto do Turismo de Portugal, 1971)
Faz dia 18 de Janeiro 35 anos que José Carlos Ary dos Santos morreu.
Lembramo-lo da melhor forma que um poeta como Ary pode ser lembrado: nas canções que escreveu e que andaram sempre na boca do povo, pela voz de cantores como a nossa Tonicha.
Já em 1972, na contracapa do EP "4 canções de Patxi Andión", Ary escreveu:
"Em boa hora decidiu Tonicha interpretar algumas das suas [Patxi] canções, de cuja versão portuguesa tive o prazer de me ocupar. Também ela à sua maneira, personifica mais do que nenhuma outra, entre nós, o canto da nova mulher portuguesa. Canto de amor do povo e de amor pelo povo. Canto personificado num talento de facto ímpar mas, por força da sinceridade e do poder de comunicação humana, tornado colectivo e geral."
Fazemos aqui uma viagem pelas canções que marcaram a colaboração entre Ary dos Santos e Tonicha e que ficaram eternizadas em disco:
1971
Menina
Niña
Bergère
Mulher e força
Manhã clara
1972
Puedo inventar (versão portuguesa)
Poeta desde lejos (versão portuguesa)
20 versos a mi muerte (versão portuguesa)
Habria que saberlo (versão portuguesa)
Parole, parole (versão portuguesa)
Simplesmente Maria (versão portuguesa)
1973
Com um cravo na boca
Rosa Rosae
Batatinhas
Senhor padre Valentim
Vira do vinho
Labuta, meu bem, labuta
1974
Portugal ressuscitado
Canção combate
Obrigado soldadinho
Já chegou a liberdade
O preto no branco
Tanto me faz
Canto da Primavera
Os novos pobres
Meu amor foi a Lisboa
Riscadinho p'ra aventais
A voz do meu povo
Em Lisboa
O cacau (da Ribeira)
Vira da madrugada
Trovas do Carmo
1975
Terras de Garcia Lorca
País irmão
O povo em marcha
Soneto do trabalho
Bandeira da vitória (colaboração)
Cantaremos/Lutaremos (colaboração)
Barqueiros do povo
Serrana povo
Compadre partidário
Isto agora ou vai ou racha
A moda da saia curta
1976
O menino
Um grande amor
1993
O mercado
1997
Cavalo de palavras (co-autoria: Joaquim Pessoa)
Arquivadores de memórias:
Ary dos Santos,
Menina,
Nuno Nazareth Fernandes,
Tonicha
14 de janeiro de 2019
Tonicha nas plataformas digitais
Podemos ouvir gratuitamente todos estes álbuns de Tonicha nas várias plataformas digitais: Spotify; Youtube Music; Itunes...
Arquivadores de memórias:
Itunes,
LP CD,
Spotify,
Tonicha,
Universal Music Portugal,
Youtube Music
18 de dezembro de 2018
1 de novembro de 2018
Tonicha canta José Cid: 50 anos
OUSADIAS
Faz hoje 50 anos que foi publicado o primeiro disco de Tonicha com canções de José Cid. Para uma cantora que, apesar de muito jovem, tinha já o seu público - e não era este - foi de facto uma ousadia gravar com músicos de rock - do Quarteto 1111 - e temas em francês e/ou baseados no Cancioneiro de Garcia de Resende. "Esperei, já não espero"!
João Carlos Callixto, Facebook, 31-10-2018
Arquivadores de memórias:
João Carlos Callixto,
José Cid
20 de outubro de 2018
Tonicha e José Maria Nóbrega
A nossa homenagem a José Maria Nóbrega (1926-2018):
espectáculo de Tonicha no Casino da Figueira da Foz, 1973,
"Folclore à viola e à guitarra", com Raúl Nery, António Chainho, Júlio Gomes e José Maria Nóbrega (foto Apollo).
espectáculo de Tonicha no Casino da Figueira da Foz, 1973,
"Folclore à viola e à guitarra", com Raúl Nery, António Chainho, Júlio Gomes e José Maria Nóbrega (foto Apollo).
Arquivadores de memórias:
António Chaínho,
Folclore (1973),
José Maria Nóbrega,
Júlio Gomes,
Raúl Nery
20 de setembro de 2018
Festival RTP da Canção: E as outras?

"Fui ter com a madrugada", Tonicha
(Rui Malhoa/Pedro Jordão)
O Festival de 1968 teve seis das dez canções escritas por Pedro Jordão.
então com 31 anos, era um verdadeiro caso sério na nossa música, ao
tentar renovar por dentro a canção ligeira. Tonicha foi uma das vozes
que o recebeu e que, por escassos 2 pontos, não o levaria à vitória no
certame. Mais de 40 anos depois, esta música teve uma nova versão pelo
projecto Movimento, de Gomo, Marta Ren, Miguel Ângelo e Selma Uamusse."
in dvd "Festival RTP da Canção, 1964-1988, E as outras?", p. 12
Arquivadores de memórias:
Festival RTP da Canção (1968),
Fui ter com a madrugada,
Pedro Jordão,
Rui Malhoa
16 de agosto de 2018
Tonicha: fotobiografia no "Você na TV"
A cantora Tonicha esteve em destaque na TVI, no programa "Você na TV" apresentado por Manuel Luís Goucha e Cristina Ferreira, no passado dia 15 de Agosto de 2018.
Veja, carregando no link abaixo, a entrevista que Manuel Luís Goucha fez a Maria de Lourdes de Carvalho, a propósito da apresentação da fotobiografia de Tonicha («A eterna "menina"», The Book Hut Editores, 2017), da qual Maria de Lourdes é a autora:
Veja, carregando no link abaixo, a entrevista que Manuel Luís Goucha fez a Maria de Lourdes de Carvalho, a propósito da apresentação da fotobiografia de Tonicha («A eterna "menina"», The Book Hut Editores, 2017), da qual Maria de Lourdes é a autora:
Arquivadores de memórias:
Fotobiografia,
Manuel Luís Goucha,
Maria de Lourdes De Carvalho,
The Book Hut Editores,
Tonicha,
TVI,
Você na TV
28 de julho de 2018
Tonicha e Paulo de Carvalho
Tonicha e Paulo de Carvalho, os grandes rivais no Festival RTP da Canção 1971, estiveram juntos nesse mesmo ano num festival em Torremolinos, Espanha.
A Flama de Novembro de 1971 dá conta dessa participação, escolhendo para capa uma foto dos dois cantores.
Tonicha gravará pela primeira vez uma canção da autoria musical de Paulo de Carvalho em 2008: "Fui quem sou" (letra de José Fanha) para o cd "Cantos da Vida", da editora Farol.
Arquivadores de memórias:
Cantos da Vida (2008),
Paulo de Carvalho,
Tonicha
24 de junho de 2018
Tonicha - A Festa das Canções II
"1971. Mais uma "Menina" oriunda do Centro de preparação de Artistas da Rádio, Tonicha (n. 1946) tinha-se estreado ainda adolescente, gravando pela primeira vez para a colectânea Christmas in Portugal, de 1964. A estreia a solo chega no ano seguinte, pela editora Telectra, com o EP Luar para Esta Noite, dirigido por Jorge Costa Pinto. Em 1966 e 1967, vence o Festival da Canção Portuguesa da Figueira da Foz, com Boca de Amora e A Tua Canção Avozinha, mas o seu reportório está em constante mutação. Grava então canções de Pedro Jordão (chegando a ficar em 2.º lugar no Festival de 1968) e de José Cid, neste caso ao longo de três discos, entre 1968 e 1970, mostrando que a inovação podia coexistir com a apropriação de canções tradicionais, que Tonicha também popularizou. De Dublin, onde se realizou a Eurovisão em 1971, a cantora traz um 9.º lugar, a primeira de dez vezes que Portugal entra no top 10 - neste ano em que a inspiração de Nuno Nazareth Fernandes se virou para os lados mais folk, sempre magistralmente servido pelas palavras de Ary dos Santos."
in dvd Festival RTP da Canção, 1964-1988, A Festa das Canções, pp. 20-21
























