17 de maio de 2017

TONICHA RECEBE PRÉMIO PRÓ-AUTOR

     A Direcção e o conselho de Administração da SPA decidiu atribuir o Prémio Pró-Autor à TONICHA, como forma de reconhecimento pelo seu contributo para a promoção dos valores culturais e da cidadania em Portugal. 
     A Cerimónia Comemorativa do Dia do Autor terá lugar no dia 22 de Maio, pelas 16 horas, na Sala-Galeria Carlos Paredes.

12 de maio de 2017

"A Eterna Menina" no "Diário do Alentejo"

"Um pedaço da vida gloriosa da canção portuguesa"

"Diário do Alentejo", 05-05-2017

22 de março de 2017

Tonicha: a Eterna Menina






















Pedro Rolo Duarte, "Hotel Babilónia" - Antena Um, 25 de março de 2017:
"Esta semana fui surpreendido por uma [biografia], que não é uma biografia. Na verdade, é uma fotobiografia, mas que não resisti. Sabes de quem ?[para o João Gobern] Da Tonicha. A Tonicha tem uma fotobiografia. Em formato A4, chamada "A Eterna Menina". Com fotografias fabulosas. Daquelas do Festival da Canção. Com as letras. Com as fotografias dos abraços do Ary dos Santos. Do Nuno Nazareth Fernandes..."

9 de março de 2017

Parabéns, Tonicha


24 de fevereiro de 2017

Fotobiografia de Tonicha à venda

WOOK:










FNAC:

LIVRARIA ALMEDINA:

16 de janeiro de 2017

Tonicha: a Fotobiografia






















A fotobiografia está à venda no site da editora: https://www.thebookhut.pt/search?q=tonicha

2 de janeiro de 2017

"Vira dos Malmequeres": na BSO do filme "A mãe é que sabe"!


O primeiro tema de música tradicional portuguesa gravado por Tonicha, "Vira dos Malmequeres", em 1969, faz parte da banda sonora do mais recente filme português: "A mãe é que sabe". O filme é realizado por Nuno Rocha, tendo como protagonista Maria João Abreu. A personagem principal, interpretada por Maria João Abreu, recorda-se, ao longo do filme, da sua infância e da sua juventude. É num desses regressos ao passado que a personagem aprende a dançar com a governanta da casa, ao som da telefonia. É aí que se ouve o tema tradicional do Ribatejo, recolhido por João Maria Viegas no Cancioneiro de Alves Redol. Tonicha é acompanhada pelo conjunto de guitarras de Jorge Fontes, que também é o autor dos arranjos. A canção foi editada no EP "Modas do Ribatejo", pela editora RCA. Em 1985, foi incluído no duplo LP "A Arte e a Música de Tonicha".


17 de dezembro de 2016

Boas Festas!

Rádio e Televisão, N.º 558, 22 Julho de 1967

1 de novembro de 2016

TONICHA: Uma grande novidade em breve!

FOTO: Augusto Cabrita, 1971
           

15 de julho de 2016

Tonicha: "Grandes Êxitos"


ALINHAMENTO CD:
01 Zumba Na Caneca
02 Sericotalho, Bacalhau, Azeite E Alho
03 Tu És O Zé Que Fumas
04 Vai De Ruz Truz Truz
05 Bailarico Saloio (inédito em cd)
06 Marcha Da Mouraria
07 Maria Rita (Cara Bonita)
08 O Chico Pinguinhas
09 Todos Me Querem
10 Marcha Dos Marinheiros
11 Não Vás Ao Mar Tónho
12 O Gaiteiro Português
13 O Mar Enrola Na Areia
14 Maria Faia (Moda Da Azeitona)

ALINHAMENTO DIGITAL:
1. Zumba Na Caneca
2. Sericotalho, Bacalhau, Azeite E Alho
3. Tu És O Zé Que Fumas
4. Vai De Ruz Truz Truz
5. Bailarico Saloio (inédito em digital)
6. Marcha Da Mouraria
7. Maria Rita (Cara Bonita)
8. Quem Te Quer Bem, Meu Bem (inédito em digital)
9. Todos Me Querem
10. Marcha Dos Marinheiros
11. Canção da Amizade (inédito em digital)
12. O Gaiteiro Português
13. O Mar Enrola Na Areia
14. Maria Faia (Moda Da Azeitona)

Universal Music, julho de 2016

1 de julho de 2016

Canção do Futebol


(Single "Pinga Amor/Canção do Futebol", Polygram, 1984)
(Fotografia: Jorge Jacinto)

 Canção do Futebol
(Autores: Tomaz R. Colaço / Frederico de Freitas) 
(Arranjos: Shegundo Galarza) 
(Produção: António Pinho) 

Cada estrela d’oiro
Diz a quem a escute
Foi um anjo loiro
Que me deu um chute

É jogar com calma
Sem perder a fé
Teima e leva a palma
Jogador com alma
Rebentava o mundo
Se lhe desse um pontapé

Saia quem tem pança
Viva o sol em brasa
Quem tem massa vai a França
Quem não tem ficou em casa

A Maria Rita
Hoje ressuscita
Hei de a ver no desafio
Com um grãozinho na asa

Se a Seleção trabalha
Como eu quero
Agora é que não falha:
Nove a zero!

22 de maio de 2016

Tonicha na TAP

Foto publicada na Edição Especial da Revista "Sábado", artigo "Viajar em primeira classe", por Rita Garcia, "Sábado" n.º 313, de 29 de Abril a 5 de Maio de 2010.

15 de março de 2016

Tonicha e Nicolau Breyner

Nicolau Breyner
(Serpa, 30 de julho 1940 – Lisboa , 14 de março 2016)
 

8 de março de 2016

Parabéns, Tonicha!


7 de fevereiro de 2016

Tonicha: Os Nossos Êxitos


Contracapa do LP "Os Nossos Êxitos", editado pelo Grupo Português de Produtores e Fonogramas e Videogramas (GPPFV), talvez em 1978 (a canção da Tonicha foi apresentada no Festival RTP 1978 - "Um dia, uma flor", de Fernando Calvário e José Sottomayor, orquestração de José Calvário), aquando do espectáculo das comemorações dos 100 Anos das Gravações Sonoras.

Reconhecem todos os cantores?
(Ilustração: autor desconhecido)

11 de dezembro de 2015

Boas Festas


4 de outubro de 2015

Tonicha: ídolo do espectáculo

Luzes, câmara, acção!






















"Imagine-se em 1967. O Benfica de Eusébio é campeão nacional e o Portugal de Eusébio vive dos rendimentos do terceiro lugar no Mundial de Inglaterra. E mais, e mais? Na cultura aparece um nome incontornável: Carlos Cruz. Aos 23 anos de idade, é convidado para o programa "PBX" da Rádio Renascença. É ele uma das figuras nacionais desta preciosa colecção."
Rui Miguel Tovar, Jornal i, 28 de julho de 2015

21 de junho de 2015

TONICHA: 35 ANOS DE "ELA POR ELA"

FOTO: Jorge Jacinto, in "Vozes do Coração 11 - Tonicha", Levoir/Correio da Manhã, 2013
Em 2015, o precioso LP de Tonicha, "Ela por Ela", faz 35 anos. É um dos mais admirados discos da cantora. O disco realça, de forma especial, as qualidades interpretativas superiores de Tonicha. "Ela por Ela", que foi reeditado em cd, em 1996, embora esgotado há muito (apenas disponível no itunes), oferece-nos um leque de canções de qualidade suprema e orquestrações geniais.
Os admiradores de Tonicha percebem bem a genialidade das canções que compõem o LP:  "Canção da Rosalinda", "Canção sem Ti", "Canção da Alegria", "Maria da Conceição" ( a única canção do disco que apela ao imaginário popular do habitual repertório da cantora bejense), "Chamar-te meu Amor", por exemplo.
Os grandes responsáveis de tão perfeito resultado estão na foto: Pedro Osório, Joaquim Pessoa, Tonicha e Carlos Mendes.

20 de abril de 2015

Tonicha: a Menina do Chapéu Encarnado

Tele Semana nº 88, de 27 de setembro de 1974
Na edição de 27 de setembro de 1974 da popular revista "Tele Semana", Tonicha foi a imagem de capa, numa bela fotografia tirada durante o Festival RTP da Canção desse mesmo ano. Recorde-se que então saiu vencedor Paulo de Carvalho, com o hino "E Depois do Adeus". Nas páginas centrais, podemos ler um interessante texto, assinado por Cipriano Ricardo (C.R.), sobre um leque de cantores que tinham acabado de lançar discos, cujos temas os afastavam do repertório do tempo da RTP de Ramiro Valadão e que os deixavam com grandes responsabilidades perante os novos públicos.

Tele Semana nº 88, de 27 de setembro de 1974
São eles: Tonicha, Fernando Tordo, Duarte Mendes, Carlos Mendes, Paulo de Carvalho, Carlos Alberto Moniz e Maria do Amparo. Destaque também para dois letristas muito cantados na época: Ary dos Santos e José Niza. Aqui fica o texto original: 

A Canção entre "uns" e os "outros"

Se mais e melhor não houvesse (e havia, se havia!...) para ilustrar a orientação imprimida pela RTP de antanho, estariam os seus invariáveis programas ditos de variedades. Era ali que se cultivava, como bacilo raro em proveta cara, essa coisa que ficou definida de uma vez para sempre, quando alguém, certeira e correctamente, a baptizou de nacional-cançonetismo.
Quem eram os seus sustentáculos gargarejantes todos o sabem. Não vale a pena enumerá-los.
Estranhos a esse afável calor dos estúdios e das salas administradas pela RTP, suportando mesmo calafrios arrepiantes (e mais frequentemente do que, ainda agora, alguns pensam) havia outros que construíam a canção. Aquela que, fatalmente, tinha de vir, como veio, a rebentar a rua, pois era para a rua, isto é, para a garganta de todos e de cada um que ela tinha sido feita.
Também aqui não vou nomear ninguém. Não é preciso. Todos os seus autores e intérpretes se têm dado a conhecer publicamente através do seu próprio trabalho. Mas, entre estes dois campos, um terceiro existe, menos claro, menos definido. Enfim, na canção como no resto.
Referimo-nos àqueles que não fazendo propriamente parte da mobília da RTP de Ramiro Valadão por lá passaram vezes suficientes para deixarem o público entre o espanto e o desconfiado, quando apareceram com trabalhos que, com certeza, não teriam o aval dos antigos responsáveis pelos serviços de produção das tais invariedades, ou lá o que eram aqueles TV Clubes e quejandos.
Estamos, concretamente, a referir-nos aos discos mais recentes, e ainda anteriores a 25 de Abril, de Fernando Tordo, Carlos Mendes, Tonicha e Maria do Amparo - C. A. Moniz, que apontavam já numa direcção mais correcta que aquela que parecia que viria a ser o seu destino. De comum a todos eles está o facto de terem tido a TV na base da sua popularidade, principalmente através do festival da RTP, do qual foram uns a seguir aos outros desistindo, e, também, excepção feita a Maria do Amparo - C. A. Moniz, o terem servido poemas (e não meras letras) de Ary dos Santos e José Niza.
Quer pela popularidade que alcançaram e também pelo trabalho que fizeram com esses dois autores, este grupo de cançonetistas, que de certo modo se situa entre uns e os outros, tem certas responsabilidades perante o público, o telespectador em particular. Responsabilidades que, como já se disse, se começavam a adivinhar como conscientemente assumidas.
Mas a verdade é que, até à presente data, nada apareceu a confirmar ou a negar o que se adivinhava. E verdade também é que já não estamos no tempo de jogar às adivinhas. Nem na canção.
Uma pausa para meditar? Está bem. Pode ser salutar. Ficar entre uns e outros é que não pode ser.
Tele Semana nº 88, de 27 de setembro de 1974

8 de março de 2015

Parabéns, Tonicha

Por mais um aniversário!
Foto: Jorge Nogueira, 1995, da série feita para o álbum "Canções D'Aquém e D'Além Tejo"