8 de março de 2016
7 de fevereiro de 2016
Tonicha: Os Nossos Êxitos
Contracapa do LP "Os Nossos Êxitos", editado pelo Grupo Português de Produtores e Fonogramas e Videogramas (GPPFV), talvez em 1978 (a canção da Tonicha foi apresentada no Festival RTP 1978 - "Um dia, uma flor", de Fernando Calvário e José Sottomayor, orquestração de José Calvário), aquando do espectáculo das comemorações dos 100 Anos das Gravações Sonoras.
Reconhecem todos os cantores?(Ilustração: autor desconhecido)
Arquivadores de memórias:
Discografia,
Fernando Calvário,
José Calvário,
José Sottomayor
11 de dezembro de 2015
4 de outubro de 2015
Tonicha: ídolo do espectáculo
Luzes, câmara, acção!

"Imagine-se em 1967. O Benfica de Eusébio é campeão nacional e o Portugal de Eusébio vive dos rendimentos do terceiro lugar no Mundial de Inglaterra. E mais, e mais? Na cultura aparece um nome incontornável: Carlos Cruz. Aos 23 anos de idade, é convidado para o programa "PBX" da Rádio Renascença. É ele uma das figuras nacionais desta preciosa colecção."

"Imagine-se em 1967. O Benfica de Eusébio é campeão nacional e o Portugal de Eusébio vive dos rendimentos do terceiro lugar no Mundial de Inglaterra. E mais, e mais? Na cultura aparece um nome incontornável: Carlos Cruz. Aos 23 anos de idade, é convidado para o programa "PBX" da Rádio Renascença. É ele uma das figuras nacionais desta preciosa colecção."
Rui Miguel Tovar, Jornal i, 28 de julho de 2015
Arquivadores de memórias:
Festival da Figueira da Foz (1966),
Fotos,
Imprensa
21 de junho de 2015
TONICHA: 35 ANOS DE "ELA POR ELA"
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| FOTO: Jorge Jacinto, in "Vozes do Coração 11 - Tonicha", Levoir/Correio da Manhã, 2013 |
Os admiradores de Tonicha percebem bem a genialidade das canções que compõem o LP: "Canção da Rosalinda", "Canção sem Ti", "Canção da Alegria", "Maria da Conceição" ( a única canção do disco que apela ao imaginário popular do habitual repertório da cantora bejense), "Chamar-te meu Amor", por exemplo.
Os grandes responsáveis de tão perfeito resultado estão na foto: Pedro Osório, Joaquim Pessoa, Tonicha e Carlos Mendes.
Arquivadores de memórias:
Carlos Mendes,
Discografia,
Ela por Ela (1980),
Joaquim Pessoa,
Jorge Jacinto,
Pedro Osório,
Polydor,
Tonicha
20 de abril de 2015
Tonicha: a Menina do Chapéu Encarnado
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| Tele Semana nº 88, de 27 de setembro de 1974 |
Na edição de 27 de setembro de 1974 da popular revista "Tele Semana", Tonicha foi a imagem de capa, numa bela fotografia tirada durante o Festival RTP da Canção desse mesmo ano. Recorde-se que então saiu vencedor Paulo de Carvalho, com o hino "E Depois do Adeus".
Nas páginas centrais, podemos ler um interessante texto, assinado por Cipriano Ricardo (C.R.), sobre um leque de cantores que tinham acabado de lançar discos, cujos temas os afastavam do repertório do tempo da RTP de Ramiro Valadão e que os deixavam com grandes responsabilidades perante os novos públicos.
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| Tele Semana nº 88, de 27 de setembro de 1974 |
São eles: Tonicha, Fernando Tordo, Duarte Mendes, Carlos Mendes, Paulo de Carvalho, Carlos Alberto Moniz e Maria do Amparo. Destaque também para dois letristas muito cantados na época: Ary dos Santos e José Niza. Aqui fica o texto original:
A Canção entre "uns" e os "outros"
Se mais e melhor não houvesse (e havia, se havia!...) para ilustrar a orientação imprimida pela RTP de antanho, estariam os seus invariáveis programas ditos de variedades.
Era ali que se cultivava, como bacilo raro em proveta cara, essa coisa que ficou definida de uma vez para sempre, quando alguém, certeira e correctamente, a baptizou de nacional-cançonetismo.
Quem eram os seus sustentáculos gargarejantes todos o sabem. Não vale a pena enumerá-los.
Estranhos a esse afável calor dos estúdios e das salas administradas pela RTP, suportando mesmo calafrios arrepiantes (e mais frequentemente do que, ainda agora, alguns pensam) havia outros que construíam a canção. Aquela que, fatalmente, tinha de vir, como veio, a rebentar a rua, pois era para a rua, isto é, para a garganta de todos e de cada um que ela tinha sido feita.
Também aqui não vou nomear ninguém. Não é preciso. Todos os seus autores e intérpretes se têm dado a conhecer publicamente através do seu próprio trabalho. Mas, entre estes dois campos, um terceiro existe, menos claro, menos definido. Enfim, na canção como no resto.
Referimo-nos àqueles que não fazendo propriamente parte da mobília da RTP de Ramiro Valadão por lá passaram vezes suficientes para deixarem o público entre o espanto e o desconfiado, quando apareceram com trabalhos que, com certeza, não teriam o aval dos antigos responsáveis pelos serviços de produção das tais invariedades, ou lá o que eram aqueles TV Clubes e quejandos.
Estamos, concretamente, a referir-nos aos discos mais recentes, e ainda anteriores a 25 de Abril, de Fernando Tordo, Carlos Mendes, Tonicha e Maria do Amparo - C. A. Moniz, que apontavam já numa direcção mais correcta que aquela que parecia que viria a ser o seu destino. De comum a todos eles está o facto de terem tido a TV na base da sua popularidade, principalmente através do festival da RTP, do qual foram uns a seguir aos outros desistindo, e, também, excepção feita a Maria do Amparo - C. A. Moniz, o terem servido poemas (e não meras letras) de Ary dos Santos e José Niza.
Quer pela popularidade que alcançaram e também pelo trabalho que fizeram com esses dois autores, este grupo de cançonetistas, que de certo modo se situa entre uns e os outros, tem certas responsabilidades perante o público, o telespectador em particular. Responsabilidades que, como já se disse, se começavam a adivinhar como conscientemente assumidas.
Mas a verdade é que, até à presente data, nada apareceu a confirmar ou a negar o que se adivinhava. E verdade também é que já não estamos no tempo de jogar às adivinhas. Nem na canção.
Uma pausa para meditar? Está bem. Pode ser salutar. Ficar entre uns e outros é que não pode ser.
Quem eram os seus sustentáculos gargarejantes todos o sabem. Não vale a pena enumerá-los.
Estranhos a esse afável calor dos estúdios e das salas administradas pela RTP, suportando mesmo calafrios arrepiantes (e mais frequentemente do que, ainda agora, alguns pensam) havia outros que construíam a canção. Aquela que, fatalmente, tinha de vir, como veio, a rebentar a rua, pois era para a rua, isto é, para a garganta de todos e de cada um que ela tinha sido feita.
Também aqui não vou nomear ninguém. Não é preciso. Todos os seus autores e intérpretes se têm dado a conhecer publicamente através do seu próprio trabalho. Mas, entre estes dois campos, um terceiro existe, menos claro, menos definido. Enfim, na canção como no resto.
Referimo-nos àqueles que não fazendo propriamente parte da mobília da RTP de Ramiro Valadão por lá passaram vezes suficientes para deixarem o público entre o espanto e o desconfiado, quando apareceram com trabalhos que, com certeza, não teriam o aval dos antigos responsáveis pelos serviços de produção das tais invariedades, ou lá o que eram aqueles TV Clubes e quejandos.
Estamos, concretamente, a referir-nos aos discos mais recentes, e ainda anteriores a 25 de Abril, de Fernando Tordo, Carlos Mendes, Tonicha e Maria do Amparo - C. A. Moniz, que apontavam já numa direcção mais correcta que aquela que parecia que viria a ser o seu destino. De comum a todos eles está o facto de terem tido a TV na base da sua popularidade, principalmente através do festival da RTP, do qual foram uns a seguir aos outros desistindo, e, também, excepção feita a Maria do Amparo - C. A. Moniz, o terem servido poemas (e não meras letras) de Ary dos Santos e José Niza.
Quer pela popularidade que alcançaram e também pelo trabalho que fizeram com esses dois autores, este grupo de cançonetistas, que de certo modo se situa entre uns e os outros, tem certas responsabilidades perante o público, o telespectador em particular. Responsabilidades que, como já se disse, se começavam a adivinhar como conscientemente assumidas.
Mas a verdade é que, até à presente data, nada apareceu a confirmar ou a negar o que se adivinhava. E verdade também é que já não estamos no tempo de jogar às adivinhas. Nem na canção.
Uma pausa para meditar? Está bem. Pode ser salutar. Ficar entre uns e outros é que não pode ser.
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| Tele Semana nº 88, de 27 de setembro de 1974 |
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Ary dos Santos,
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Carlos Mendes,
Duarte Mendes,
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RTP
8 de março de 2015
Parabéns, Tonicha
Por mais um aniversário!
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| Foto: Jorge Nogueira, 1995, da série feita para o álbum "Canções D'Aquém e D'Além Tejo" |
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Jorge Nogueira,
Tonicha
25 de novembro de 2014
"Canta, amigo, canta" - Tonicha
João Carlos Callixto lançou recentemente uma obra imprescindível para se compreender a música portuguesa da década anterior ao 25 de Abril de 1974. O livro, Canta, Amigo, Canta, tem o subtítulo "Nova Canção Portuguesa (1960-1974)" e é uma edição da Editora Âncora.
Tonicha é a única cantora referida no livro cuja popularidade prossegue nas décadas seguintes. Sempre ao lado dos três principais cantautores da época: Carlos Mendes, Fernando Tordo e Paulo de Carvalho, tendo todos eles escrito para Tonicha. Tonicha tem, assim, por direito próprio (atendendo ao número de publicações discográficas neste período de tempo) a presença em 11 (onze) páginas do livro.
Tonicha é a única cantora referida no livro cuja popularidade prossegue nas décadas seguintes. Sempre ao lado dos três principais cantautores da época: Carlos Mendes, Fernando Tordo e Paulo de Carvalho, tendo todos eles escrito para Tonicha. Tonicha tem, assim, por direito próprio (atendendo ao número de publicações discográficas neste período de tempo) a presença em 11 (onze) páginas do livro.
As duas imagens que hoje publicamos são, respetivamente, a capa do próprio livro e a primeira página referente a Tonicha, onde é apresentada uma breve biografia da cantora. Ao lado da biografia, há a referência à primeira gravação a solo de Tonicha (pois já tinha gravado antes uma canção de Natal num disco coletivo): "Luar para esta Noite", um EP (4 temas) da Editora RCA, com orquestração de Jorge Costa Pinto.
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João Carlos Callixto,
Jorge Costa Pinto,
Luar para esta Noite,
Tonicha
10 de outubro de 2014
Tonicha na RDP Internacional
Festival no Coração.
Assim se chama a rubrica diária que João Carlos Callixto apresenta na RDP Internacional, a propósito do 50.º aniversário do Festival RTP da Canção.
Ali se propõe recordar as canções concorrentes ao Festival, naquele que foi o seu período "dourado", ou seja, 1960-1980, numa viagem que começa na "Oração", em 1964, por António Calvário, e termina em "Um Grande, Grande Amor", em 1980, por José Cid (a canção que granjeou a Portugal uma das melhores classificações de sempre no Festival da Eurovisão).
Na emissão de 08 de Outubro de 2014, Calixxto propôs-nos (re)descobrir "A rapariga e o poeta" pela voz de Tonicha, um tema do maestro José Calvário (música) e José Niza (letra). Tonicha defendeu o tema no Festival RTP da Canção em 1973.
Para ouvir e matar saudades no link abaixo, com um agradecimento à RDP e ao João Carlos Callixto:
FESTIVAL NO CORAÇÃO.
Arquivadores de memórias:
Festival RTP da Canção (1973),
João Carlos Callixto,
José Calvário,
José Niza
4 de outubro de 2014
Rádio de Beja vai homenagear Tonicha
A Rádio de Beja, terra natal de Tonicha, está a preparar uma homenagem à cantora. Brevemente, e à medida que nos for chegando, daremos aqui mais informações acerca do acontecimento.
Hoje aproveitamos para mostrar uma das, muitas, capas de revistas em que Tonicha apareceu. Esta é da conhecida revista "Estúdio", n.º 213 de 1971, ano do VIII Festival da Canção, e traz Tonicha com o troféu do 1.º lugar pela canção "Menina", numa bela fotografia de Jorge Jacinto.
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| Revista "Estúdio", n.º 213, 1971 Fotografia: Jorge Jacinto |
Arquivadores de memórias:
Festival RTP da Canção (1971),
Homenagens,
Imprensa,
Jorge Jacinto
19 de julho de 2014
Tonicha no iTunes
Tonicha já está no iTunes!
É verdade. A cantora, que gravou o primeiro disco em 1965, "Luar para esta noite" um EP em formato vinyl com 4 temas, começa agora a ter a sua discografia disponível para compra no iTunes.
Recorde-se que o primeiro albúm de Tonicha a sair em CD (o formato que veio suceder ao velhinho vinyl) foi "A arte e a música de Tonicha" no ano de 1989 (edição Polygram), uma reedição do LP com mesmo nome editado em 1985, e que pretendia precisamente fazer a passagem da discografia da cantora para o novo formato.
Alguns dos temas contidos em albúns anteriores foram sendo ao longo dos anos passados para CD, a maioria integrando colectâneas de êxitos, mas muitos ficaram infelizmente esquecidos nas ranhuras do vinyl.
A Universal deu agora o passo seguinte e começou a recuperar e disponibilizar a discografia da cantora no iTunes, trazendo-a para o século XXI. É com muita satisfação que anunciamos os álbuns de Tonicha que já estão disponíveis para compra:
É verdade. A cantora, que gravou o primeiro disco em 1965, "Luar para esta noite" um EP em formato vinyl com 4 temas, começa agora a ter a sua discografia disponível para compra no iTunes.
Recorde-se que o primeiro albúm de Tonicha a sair em CD (o formato que veio suceder ao velhinho vinyl) foi "A arte e a música de Tonicha" no ano de 1989 (edição Polygram), uma reedição do LP com mesmo nome editado em 1985, e que pretendia precisamente fazer a passagem da discografia da cantora para o novo formato.
Alguns dos temas contidos em albúns anteriores foram sendo ao longo dos anos passados para CD, a maioria integrando colectâneas de êxitos, mas muitos ficaram infelizmente esquecidos nas ranhuras do vinyl.
A Universal deu agora o passo seguinte e começou a recuperar e disponibilizar a discografia da cantora no iTunes, trazendo-a para o século XXI. É com muita satisfação que anunciamos os álbuns de Tonicha que já estão disponíveis para compra:
- "Ela por Ela" - LP, 1980;
- "Foliada Portuguesa" - LP, 1980;
- "Os Maiores Sucessos" - CD, 1990;
- "Regresso" - CD, 1993;
- "Canções d'Aquém e d'Além Tejo" - CD, 1995;
- "Mulher" - CD, 1997;
- "Canções para os meus Netos" - CD, 2008.
Esperamos que o esforço não fique por aqui, pois ainda há muitos temas em formato vinyl a que os fãs continuam a não poder escutar.
Louvamos o esforço e pedimos mais!
Louvamos o esforço e pedimos mais!
7 de junho de 2014
Tonicha nos Encontros com Vida
Tonicha continua a integrar o projecto da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, "Encontros com Vida". É uma iniciativa muito louvável que leva os nossos artistas (cantores, actores, músicos, bailarinos) a vários lares e centros de dia da Misericórdia de Lisboa. Esses encontros são sempre motivo de festa e de alegria e a oportunidade para os residentes reverem os seus artistas preferidos.
Tonicha fez, no ano passado, uma série de espectáculos "Encontros com Vida", e em 2014 volta a integrar o elenco da iniciativa, desta vez acompanhada pelo maestro Mário Rui Teixeira.
No dia 2 de Junho esteve no Centro Social Polivalente do Bairro das furnas.
Na próxima segunda-feira, dia 9 de Junho, às 15 horas, estará no Lar de Santa Clara - Pendão - Queluz.
Quem quiser matar saudades da nossa cantora, apareça!
Arquivadores de memórias:
Encontros com Vida,
Mário Rui Teixeira,
SCML
31 de maio de 2014
Tonicha: Medalha de Mérito Artístico e Cultural
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| Foto: Rádio Voz da Planície |
No passado dia 29 de Maio, Tonicha recebeu das mãos do Presidente da Câmara Municipal de Beja a Medalha de Mérito Artístico e Cultural:
"Tonicha nasceu em Beja, cidade onde viveu até aos 16 anos e onde hoje regressou para receber, das mãos do presidente da Câmara Municipal de Beja, a Medalha de Mérito Artístico e Cultural. Uma artista de Beja a quem agrada a ideia de ser vista pela população como uma verdadeira embaixadora da terra que a viu nascer!"
(Rádio Voz da Planície)
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| Foto: Rádio Pax |
Arquivadores de memórias:
C. M. Beja,
Homenagens,
Medalha de Mérito Artístico e Cultural,
Rádio Pax,
Rádio Voz da Planície
2 de maio de 2014
Tonicha homenageada pela C. M. de Beja
29 de Maio de 2014: homenagem em Beja
Uma iniciativa da Câmara Municipal
A Assembleia Municipal de Beja, em reunião ordinária no passado dia 28 de Abril, ratificou a deliberação da Câmara Municipal em relação à atribuição de Medalhas de Mérito para 2014.
Da lista, aprovada por unanimidade e escrutínio secreto, consta a nossa cantora alentejana, Tonicha, a quem será entregue a Medalha de Mérito Artístico e Cultural.
A entrega da medalha será efectuada em sessão solene no feriado municipal, dia 29 de Maio.
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| Foto: Santa Casa da Misericórdia de Lisboa |
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| Foto: SCML |
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| Foto: SCML |
Arquivadores de memórias:
C. M. Beja,
Fotos,
Homenagens,
SCML
12 de abril de 2014
Festival RTP 1972
Tonicha, vencedora em 1971, entrega o prémio a Carlos Mendes, vencedor em 1972.
Além dos dois cantores, aparecem na foto os autores da canção vencedora, José Niza e José Calvário, autores que Tonicha também muito cantou.
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Carlos Mendes,
Festival RTP da Canção,
José Calvário,
José Niza,
Tonicha
8 de março de 2014
Parabéns, Tonicha!
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FOTO: finais dos anos 70 (gentilmente cedida pela cantora)
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No dia do aniversário de Tonicha, e Dia Internacional da Mulher, damos também os parabéns a todas as "mulheres" que Tonicha cantou:
CHULA TIRANA ROLINHA CIRANDA CARRASQUINHA EM LISBOA CANTO DA PRIMAVERA O CACAU DA RIBEIRA VIRA DA MADRUGADA JÁ CHEGOU A LIBERDADE AS POMBINHAS DA CATRINA ROSINHA MINHA MÃE, MINHA MÃE ROSEIRA BRAVA MENINA FLORENTINA MULHER E FORÇA MENINA DO ALTO DA SERRA SERRANA POVO DOBADOIRA MARIA RITA, CARA BONITA COM QUE LETRA SE ESCREVE MARIA ISTO AQUI É O DA JOANA A SAIA DA CAROLINA MARIANA QUE MULHER É ESTA TERRA MÃE AVÉ MARIA CANÇÃO DA ROSALINDA MARIA DA CONCEIÇÃO CANÇÃO DA ALEGRIA CANÇÃO DA CORAGEM MADALENA NOSSA SENHORA DA PÓVOA SENHORA DO ALMORTÃO MARIA FAIA BOCA DE AMORA A TUA CANÇÃO AVOZINHA ALMA LLANERA ROSA DE BARRO GLÓRIA GLÓRIA ALELUIA MANHÃ CLARA A RAPARIGA E O POETA FARRAPEIRINHA FARRAPEIRA ROSAS DO MEU JARDIM ROSINHA A AMENDOEIRA SIMPLESMENTE MARIA VAREIRA DO MAR CHULA DE VIANA CORADINHAS ROSA ROSAE BANDEIRA DA VITÓRIA ESPERA FUI TER COM A MADRUGADA LISBOA PERTO E LONGE RAGAZZA DELLA CAMPAGNA LIVRE BERGÈRE NIÑA CANÇÃO DA AMIZADE UM DIA UMA FLOR ALGUÉM FUI QUEM SOU
Arquivadores de memórias:
8 de março,
Aniversário
19 de janeiro de 2014
Ary dos Santos: 30 anos depois
30 anos após a sua morte, continuamos a cantar José Carlos Ary dos Santos. Na voz da sua "Menina", Tonicha, ficam para a posteridade e disponíveis para ouvir 47 canções da sua autoria.
A imagem que hoje publicamos mostra Ary dos Santos e Tonicha, em casa de Nuno Gomes dos Santos, durante o ensaio das 3 canções da autoria de Ary dos Santos para o Festival RTP 1971.
A imagem que hoje publicamos mostra Ary dos Santos e Tonicha, em casa de Nuno Gomes dos Santos, durante o ensaio das 3 canções da autoria de Ary dos Santos para o Festival RTP 1971.
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Revista Eva nº 1171, Fevereiro de 1971
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Arquivadores de memórias:
Ary dos Santos,
Nuno Gomes dos Santos
23 de dezembro de 2013
5 de novembro de 2013
Tonicha: capa de revista
Conhecida pela maioria dos portugueses, Tonicha é uma cantora popular, que se evidenciou, após inúmeras dificuldades, no Festival da Figueira da Foz, muitos anos atrás. A crítica e a então Emissora Nacional interessaram-se pela menina rebelde e firme nas suas aspirações artísticas que lutara anos a fio pela divulgação do nome: TONICHA.
Casada com João Viegas - locutor e produtor durante 15 anos da Rádio Ribatejo (a emissora independente de Santarém), autor e apresentador de programas da RTP, especialista em folclore, director de várias editoras discográficas - vivem ambos numa bela vivenda em Cascais.
in Revista Maria, 19 a 25 de Maio de 1982.
Material gentilmente cedido pela revista.
Arquivadores de memórias:
Fernando Guerra,
Imprensa,
João Viegas,
Paulo de Carvalho,
RTP
28 de agosto de 2013
João Maria Viegas
Salvaterra de Magos, 1930 - Lisboa, 2013
João Maria Viegas, um ribatejano apaixonado pela música tradicional do nosso país, conheceu Tonicha ainda nos anos sessenta, quando, por intermédio de um outro cantor, colega de Tonicha, a convidou para ir a Santarém, ao seu programa “Onda Matinal” da Rádio Ribatejo. A partir daí já não se separaram. Tonicha gravava para a etiqueta RCA e João Viegas foi para lá trabalhar como A. R. da editora, responsável pelos repertórios dos artistas portugueses. Foi ele que incentivou Tonicha a gravar a música tradicional portuguesa. Não foi à primeira tentativa que Tonicha aceitou. Mas assim que a cantora se dispôs a esse repertório, João Viegas, que em breve seria seu companheiro de uma vida inteira, proporcionou-lhe um dos seus primeiros grandes êxitos, recolhido no cancioneiro de Alves Redol: “Vira dos Malmequeres”, que já faz parte do imaginário popular português. A este EP (disco de 4 temas), de 1969, seguiram-se mais alguns êxitos retumbantes: “Maria Rita”, “Primavera das Lindas Flores”, “Com que Letra se Escreve Maria”, “Resineiro” ou “Senhora do Almortão” (estes recomendados por José Afonso).
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Foto gentilmente cedida por Tonicha.
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João Maria Viegas, um ribatejano apaixonado pela música tradicional do nosso país, conheceu Tonicha ainda nos anos sessenta, quando, por intermédio de um outro cantor, colega de Tonicha, a convidou para ir a Santarém, ao seu programa “Onda Matinal” da Rádio Ribatejo. A partir daí já não se separaram. Tonicha gravava para a etiqueta RCA e João Viegas foi para lá trabalhar como A. R. da editora, responsável pelos repertórios dos artistas portugueses. Foi ele que incentivou Tonicha a gravar a música tradicional portuguesa. Não foi à primeira tentativa que Tonicha aceitou. Mas assim que a cantora se dispôs a esse repertório, João Viegas, que em breve seria seu companheiro de uma vida inteira, proporcionou-lhe um dos seus primeiros grandes êxitos, recolhido no cancioneiro de Alves Redol: “Vira dos Malmequeres”, que já faz parte do imaginário popular português. A este EP (disco de 4 temas), de 1969, seguiram-se mais alguns êxitos retumbantes: “Maria Rita”, “Primavera das Lindas Flores”, “Com que Letra se Escreve Maria”, “Resineiro” ou “Senhora do Almortão” (estes recomendados por José Afonso).
Já nos finais dos anos 70, João Viegas recolhe, para Tonicha, alguns temas populares que ouvira cantar a alguns dos melhores ranchos folclóricos de Portugal. Adapta ou recria as letras e mantém as músicas tradicionais. Nascem assim alguns dos temas mais populares de
Tonicha: “Tu és o Zé que fumas”, “Pestotira”, “Zumba na caneca”, “O Chico Pinguinhas”, “Sericotalho, bacalhau, azeite e alho”, entres muitos outros. Tonicha e João Viegas abrem, nos anos oitenta, no Ribatejo, o restaurante “Páteo d’Almeirim” e, durante alguns anos, Tonicha apenas canta aí, para os clientes do restaurante, muitos
dos quais, grandes grupos que vinham de todo o país, mas principalmente do norte, região que Tonicha também muito cantou.
Em 1993, Tonicha volta à ribalta e lança o seu primeiro cd de originais, “Regresso”, que esteve nos tops nacionais, vendendo milhares de cópias. Para este disco, João Viegas escreveu algumas letras que deu a musicar a grandes compositores: Nuno Nazareth
Fernandes, Rao Kyao ou Luís Pedro Fonseca.
Os temas que propomos ouvir e que pretendem prestar homenagem a este homem que acompanhou e dirigiu a carreira de Tonicha quase desde o início pertencem a esse cd -"Regresso": “O que é que eu faço?”, "Minha Terra de Agosto Desejado", "Chula", "Uma Rosa por Amor" e "Sou como a cigarra".
João Maria Viegas: Salvaterra de Magos, 1930 – Lisboa, 2013.
Paz à sua alma!
Cantemo-lo na voz da sua eterna “Menina”, Tonicha.
Arquivadores de memórias:
João Viegas,
Luís Pedro Fonseca,
Nuno Nazareth Fernandes,
Obituário,
Rão Kyao







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